O SYNDICALISTA

terça-feira, 1 de abril de 2014

Programação da I Jornada de História do Trabalho na Amazônia


PROGRAMAÇÃO
I Jornada de História do Trabalho na Amazônia

31/03 a 25/04/2014 – Período para proposição de sessões coordenadas completas e apresentação de comunicações (Para propor uma Sessão Coordenada completa o interessado deve possuir título de Doutor ou Mestre);
25/04 a 16/05/2014 – Análise e aprovação das propostas pela Comissão Organizadora.
19/05/2014 – Divulgação das sessões coordenadas temáticos e minicursos aprovados.
19/05 a 20/06 – Abertura de inscrições para ouvintes.
30/05 a 13/06/2014 – Envio das cartas de aceite aos proponentes aprovados n as sessões coordenadas;
13/06/2014 – Prazo final para a entrega dos textos completos para publicação nos anais eletrônicos. Os Anais serão publicados após o evento e somente com textos apresentados nas sessões coordenadas. Observar as normas de publicação na página do GT.
06 a 08/08/2014 – I Jornada Estadual de História do Trabalho na Amazônia



I Jornada de História do Trabalho na Amazônia

Entre os dias 06 e 08 de agosto, o GT Mundos do Trabalho - Am estará realizando, nas dependências da Universidade Federal do Amazonas, a I Jornada de História do Trabalho na Amazônia. Este evento contará com conferências, mesa-redonda e apresentação de comunicações resultantes das pesquisas de alunos e professores e que tenham como eixo norteador a preocupação com as questões referentes à História do Trabalho na região.
As inscrições para apresentações de trabalhos podem ser feitas por meio de formulário disponível no site do GT Mundos do Trabalho - Am, entre os dias 01 e 30/04.


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Mundos do Trabalho

GT Mundos do Trabalho - Am é notícia no site da Universidade Federal do Amazonas - UFAM.

Mundos do Trabalho

No dia 30/01, nas dependências da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), foi realizada a reunião inaugural para a criação do GT Mundos do Trabalho - Amazonas. Com a presença de 43 participantes, houve votação unânime pela criação do GT no estado, tendo sido aclamados para a direção do grupo os professores Luis Balkar Sá Peixoto Pinheiro (UFAM), César Augusto Bubolz Queirós (UFAM) e Tenner Inauhiny de Abreu (UEA). Enfatizou-se o caráter plural e multi-institucional do GT bem como o interesse em agregar pesquisadores de estados próximos, da chamada Pan-Amazônia, a fim de ampliar o diálogo acadêmico e a troca de experiências de pesquisa.
O GT Mundos do Trabalho - AM deliberou, ainda, sobre um calendário de eventos que inclui, além das reuniões ordinárias mensais, a organização de um encontro local, denominado de I Jornada Estadual de História do Trabalho, e a participação coletiva no III Seminário Internacional Mundos do Trabalho e VII Jornadas Nacionais Mundos do Trabalho que serão realizados entre os dias 26 e 29 de novembro, na UNEB, Salvador.
Foto: Ontem, nas dependências da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), foi realizada a reunião inaugural para a criação do GT Mundos do Trabalho - Amazonas. Com a presença de 43 participantes, houve votação unânime pela criação do GT no estado, tendo sido aclamados para a direção do grupo os professores Luis Balkar Sá Peixoto Pinheiro (UFAM), César Augusto Bubolz Queirós (UFAM) e Tenner Inauhiny de Abreu (UEA). Enfatizou-se o caráter plural e multi-institucional do GT bem como o interesse em agregar pesquisadores de estados próximos, da chamada Pan-Amazônia, a fim de ampliar o diálogo acadêmico e a troca de experiências de pesquisa.
O GT Mundos do Trabalho - AM deliberou, ainda, sobre um calendário de eventos que inclui, além das reuniões ordinárias mensais, a organização de um encontro local, denominado de I Jornada Estadual de História do Trabalho, e a participação coletiva no III Seminário Internacional Mundos do Trabalho e VII Jornadas Nacionais Mundos do Trabalho que serão realizados entre os dias 26 e 29 de novembro, na UnEB, Salvador.

Lista de Membros do GT Mundos do Trabalho Nacional

Agora é possível consultar e baixar em PDF a lista completa de membros do GT Mundos do Trabalho da Associação Nacional de História - ANPUH-BRASIL.

Reunião do GT Mundos do Trabalho - Am

Caro(a)s colegas do GT Mundos do Trabalho - Am,

estamos confirmando a primeira reunião do GT para o dia 22/02, às 14:00 hs, na sala 1 do Bloco Mário Ypiranga, na UFAM.

Na pauta, os seguintes itens:

1. Informes Gerais;

2. Definição das sessões coordenadas que serão apresentadas no III Seminário Internacional Mundos do Trabalho e VII Jornada Nacional de História do Trabalho, que ocorrerão no mês de novembro, em Salvador;
3. Solicitamos que, até o dia 22, aqueles que tiverem interesse em apresentar suas pesquisas enviem um e-mail para a coordenação manifestando tal intenção;
4. Apresentação e discussão de dois textos sobre a História do Trabalho (colegas Rômulo Thiago e Cláudia Barros se encarregaram da apresentação para posterior discussão);
5. Reunião da Comissão Organizadora da I Jornada Estadual de História do trabalho;
Contamos com a presença de todos.
Um grande abraço.

domingo, 19 de janeiro de 2014

História Moderna: Clássicos da Filosofia Política: John Locke e o Segundo Tratado sobre o Governo Civil

Nascido em 1632, na cidade de Wrington (Inglaterra), Locke foi contemporâneo do processo revolucionário inglês e vivenciou a Revolução Gloriosa (1688-89), que depôs Jaime II, dos Stuart, e possibilitou o surgimento da Monarquia Constitucional Parlamentar inglesa com Guilherme de Orange, na qual o rei “reina, mas não governa”. Para Locke, a origem do Estado Moderno está em um Contrato Social, no qual os cidadãos acordam em sair do estado de natureza a fim de terem seus direitos preservados. Tais direitos – vida, propriedade e liberdade – seriam imprescritíveis e inalienáveis e seria dever do governante zelar pela conservação e ampliação destes. Neste sentido, o poder do rei emana do povo e, se por ventura, houver abuso deste poder, o povo tem o dever de sublevar-se contra o tirano. Locke foi o fundador da teoria do Liberalismo Político. Criticando a tese de Hobbes, segundo a qual os homens abririam mão de seus direitos e liberdades do estado de natureza em favor de seu soberano em troca de proteção e segurança – daí resultando a natureza do poder real -, Locke indaga “que segurança, que barreira existe em tal estado contra a violência e a opressão deste chefe absoluto”? Para o autor, o Estado com poderes absolutos “tem o poder de causar mais sofrimento e mais injustiça” do que qualquer indivíduo em seu estado de natureza. Neste caso seria como se todos os homens tivessem deixado o estado de natureza para entrar na sociedade, “exceto um, que ainda conservaria toda a liberdade do estado de natureza, ampliada pelo poder”. E completa, argumentando que “isto equivale a acreditar que os homens são tolos o bastante para se protegerem cuidadosamente contra os danos que podem sofrer por parte das doninhas ou das raposas, mas ficam contentes e tranquilos em serem devorados por leões”. Leia o Segundo Tratado Sobre o Governo Civil

sábado, 18 de janeiro de 2014

Alteração de data

Informamos que a reunião inaugural do GT Mundos do Trabalho - Am foi transferida para o dia 30/01, quinta-feira, às 15 horas. O local permanece inalterado.

domingo, 12 de janeiro de 2014

História Moderna: Clássicos da Filosofia Política - O Príncipe de Maquiavel

Quem nunca escutou ou pronunciou a frase "os fins justificam os meios"? Pois, em função dessa interpretação de sua obra, Maquiavel passou de sujeito a adjetivo: um sujeito maquiavélico seria aquele capaz de passar por cima de valores éticos e morais com a finalidade de alcançar seus objetivos. Pragmaticamente. O Príncipe, de Nicolau Maquiavel, é considerado um dos tratados mais importantes da Ciência Política Moderna. Escrito em 1513, esta obra parte de uma visão racionalista a fim de propor estratégias no campo do agir político. Discute as formas políticas existentes, sobretudo a Monarquia e a República. Maquiavel, fortemente influenciado pelo contexto político e social do século XV, marcado por diversos conflitos entre Estados na Europa, vê o planejamento e a estratégia como instrumentos de preservação do poder político dos Estados Absolutistas. Estabelece conceitos como Virtú (virtude) e Fortuna como centrais para a compreensão da ascensão e permanência de um Príncipe ao poder e argumenta que o Príncipe deve utilizar-se da fama de cruel para manter seus súditos unidos e fiéis.